2011 foi um ano árduo, na faculdade, na profissão, nas amizades, na família, no namoro... Mas um ano de muito aprendizado.
Aprendi o quanto posso ser forte e independente em 2 meses de namoro à distância.
Aprendi o quanto tenho que dar valor ao suor do meu trabalho e ao fruto dele.
Aprendi que preciso aprender a controlar meu dinheiro. E meu espaço. E meu tempo. E minha língua. E meus sentimentos. Ou seja, eu necessito ter mais controle.
Aprendi que em meio a uma multidão de 100 mil pessoas você pode ficar feliz com apenas uma ao seu lado.
Aprendi que a chuva pode encharcar a roupa, mas lavar a alma.
Aprendi no Rio que tenho pânico de túneis, que a violência lá é muito menor do que parece, que Salvador poderia ser uma cidade muito melhor, que minha família é preciosa mesmo longe, que Deus foi muito bondoso com essa Cidade Maravilhosa. E também que eu inevitavelmente vou morar lá.
Aprendi que amigos são insubstituíveis... Mas quando alguns somem, sempre terão outros do seu lado. O importante é não ficar sozinho.
Aprendi a não subestimar a minha inteligência e fazer bom uso dela nos momentos mais difíceis. Especialmente quando temos um professor amedrontador pela frente.
Aprendi que minha aparência não é tudo sobre mim. Mesmo mais de 30kg acima do seu peso, eu continuo sendo capaz do mesmo jeito de conquistar coisas e pessoas com um sorriso. Mas também aprendi que não preciso fazer parte de um círculo para defendê-lo, e perder esses 30kg não me fará menos defensora dos valores plus size.
Aprendi que amar meu trabalho faz dele muito mais leve. Principalmente quando você aprende a amar também a convivência saudável e amigável dentro do ambiente onde você o executa.
Aprendi que minha saúde deve sim ser levada a sério, independente da minha idade.
Aprendi mais uma vez a lidar com a perda... E, não importa quanto tempo passe, pessoas fundamentais continuam sendo fundamentais pra você. E eu sempre amarei vocês da mesma fora, Mô Tio e Lipe.
Aprendi e reaprendi a aprender. A rir, a sorrir, a amar, a perdoar, a brigar, a lutar, a valorizar, a abstrair, a sorri, a chorar, a enxugar as lágrimas e sorri de novo.
Aprendi que clichês são muito verdadeiros.
Todas as palavras são clichês... Mas são verdade.
Que 2012 supere todas as expectativas e seja tudo o que 2011 não foi. Pra mim, pra minha família, pra você, pra todos que quiserem.
E que Deus nos abençoe e nos dê PAZ neste novo ano, com muito mais aprendizado!