AUSÊNCIA
A falta do não-ter
Mais que lacuna, vazio
O sangue que te pertencia
e comigo dividias
Não mais nos entrelaça
Mas as fotos, as páginas, as palavras
Estas não viraram cinzas
E testemunham o Amor que fica
E permanece
*Escrito em 13/06/2010
Primeiro dia dos pais sem um dos meus pais amados, meu tio Nilton, que se foi há quase dois meses, mas sua ausência ainda é sentida em cada dia, em cada riso, em cada reunião de família, em cada lágrima que ainda cai.
Você sempre será lembrado, Mô Tio... Seu riso e seu caráter serão sempre referência para mim.
E nós te amaremos sempre... Até que nossos corpos virem cinza e se misturem ao seu.
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